domingo, 1 de maio de 2011
Pecadinho de estimação.
Sabe aquele seu ‘pecadinho’ de estimação. É, esse você já até conhece o cheiro, que está camuflado, guardado, escondido, mas que não consegue largar? Fique ciente que isso está te corroendo por dentro. Ele é mais do que suficiente para arruinar seu relacionamento com Deus. Te consome e está colocando em jogo a sua salvação. E mesmo que pareça insignificante, lembre-se que são “as pequenas raposas que destroem uma plantação”. (Cânticos 2:15). Deus é poderoso para te perdoar, mas você tem que querer. Lutar. Renunciar. O prazer de ter uma intimidade com Deus nem se compara com que esse prato aí te oferece. Essa miséria de comida. O que Ele tem para você é eterno. Não momentâneo.
(Tumblr:Evelyn Lara)
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Cachorro e o Coelho (ou como não julgar precipitadamente)
Eram dois vizinhos.
Um deles comprou um coelho para os filhos.
Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação.
O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar"
amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram
amigos.
Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche
quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes,
imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. O cão levou uma bela surra!
Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus
ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças? Não se sabe exatamente quem teve a
idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador
e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho .
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
-Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado.
Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
Um deles comprou um coelho para os filhos.
Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação.
O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar"
amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram
amigos.
Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche
quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes,
imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. O cão levou uma bela surra!
Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus
ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças? Não se sabe exatamente quem teve a
idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador
e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho .
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
-Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado.
Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as
crianças o enterraram no fundo do quintal e
agora reapareceu!
A história termina aqui.
O que aconteceu depois não importa.
Mas o grande personagem desta história é o cachorro.
Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de
infância.
Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado.
O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para
seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência
de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos
da verdade?
Histórias como esta são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
crianças o enterraram no fundo do quintal e
agora reapareceu!
A história termina aqui.
O que aconteceu depois não importa.
Mas o grande personagem desta história é o cachorro.
Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de
infância.
Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado.
O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para
seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência
de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos
da verdade?
Histórias como esta são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
É muito facil você julgar o ato dos outros, comece então, justificando os teus!
Só Deus conhece o intimo de cada pessoa.
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